A circulação de informações nas redes sociais tem gerado dúvidas entre a população sobre a obrigatoriedade de emissão do novo Registro Geral (RG). Embora seja verdadeira a existência de um prazo final para a substituição do documento, a exigência não é imediata.
De acordo com o governo federal, o modelo atual de RG seguirá válido em todo o país até o dia 1º de março de 2032. Após essa data, o documento deixará de ser aceito, sendo substituído definitivamente pela nova Carteira de Identidade Nacional (CIN).
A CIN foi criada com o objetivo de unificar a identificação dos brasileiros, utilizando o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) como registro único. O novo documento também conta com recursos de segurança, como QR Code para verificação de autenticidade, além de versão digital integrada à plataforma gov.br.
Apesar da obrigatoriedade futura, não há necessidade de troca imediata. A recomendação é que a população faça a emissão de forma gradual, evitando sobrecarga nos serviços de atendimento. No entanto, em algumas situações específicas — como acesso a programas sociais ou serviços digitais mais recentes — a nova identidade pode ser solicitada antes do prazo final.
A implementação do novo modelo ocorre de forma progressiva em todos os estados brasileiros, que já estão aptos a emitir o documento.
Fonte: Governo Federal (gov.br), Agência Brasil, entidades de registro civil.
Texto : Lilian Calixto
Imagens : Reprodução de redes sociais .






