Suspensão de radares em Goiânia preocupa motoristas e cidadãos
Os serviços de fiscalização eletrônica do trânsito de Goiânia, incluindo radares de velocidade e câmeras de videomonitoramento, foram suspensos a partir de sexta-feira (28). A medida foi tomada pelo Consórcio Anhanguera Segurança, responsável pela operação, devido à falta de pagamento da Secretaria de Engenharia de Trânsito (SET).
Segundo o consórcio, os débitos correspondem aos meses de junho, julho, agosto e setembro de 2025, totalizando mais de R$ 7,8 milhões. “A retomada das atividades fica condicionada à quitação integral de todas as medições em atraso”, afirmou a empresa em nota oficial.
Resposta da Prefeitura
A SET informou que os pagamentos pendentes serão realizados na próxima semana e que “não há qualquer impacto na continuidade da fiscalização eletrônica”.
Possíveis impactos da suspensão
Redução da fiscalização em pontos monitorados da cidade, incluindo velocidade e avanço de sinal.
Maior risco de acidentes nas vias devido à ausência de radares.
Possível queda na arrecadação municipal proveniente de multas.
A paralisação ocorre mesmo com a operação do Centro de Controle Operacional (CCO) de Goiânia, inaugurado em 2025, que integra radares e câmeras para o monitoramento do trânsito.
Histórico de problemas
Não é a primeira vez que a fiscalização eletrônica enfrenta interrupções na capital. Nos primeiros meses de 2025, os radares ficaram desligados por atrasos contratuais, e a empresa já havia alertado sobre a possibilidade de nova suspensão caso os pagamentos não fossem regularizados.
Fontes: Diário do Estado, O Popular , Daqui, Tribuna do Planalto, Goiás em Ação.
Texto: Talyta Abreu
Imagens: Reprodução Internet






