Humilhações repetidas, ameaças e agressões também no ambiente digital exigem atenção de famílias, escolas e da sociedade.
O dia 20 de outubro é uma data de conscientização sobre o combate ao bullying, prática que pode afetar a autoestima, a saúde emocional e a convivência social de crianças e adolescentes. A mobilização reforça a importância de reconhecer os sinais de violência e agir para interromper esse tipo de comportamento. 
O bullying envolve intimidação e agressões intencionais e repetidas, que podem ser físicas, verbais, psicológicas ou sociais. Quando acontece por redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas digitais, é chamado de cyberbullying.
No Brasil, a Lei nº 13.185/2015 instituiu o Programa de Combate à Intimidação Sistemática, enquanto a Lei nº 13.663/2018 estabeleceu entre as responsabilidades das escolas a promoção de medidas de conscientização, prevenção e combate à violência, além da cultura de paz. 
Como ajudar a combater o bullying?
•Não tratar humilhações e ameaças como simples brincadeiras.
•Ouvir e acolher quem relata estar sofrendo agressões.
•Comunicar os casos à escola e buscar apoio de responsáveis e profissionais.
•No cyberbullying, guardar registros das mensagens e publicações e denunciar o conteúdo nas plataformas.
Combater o bullying é uma responsabilidade coletiva. Respeito, empatia e acolhimento são fundamentais para construir ambientes mais seguros, tanto na escola quanto na internet.
————
Por: ✍🏼 Rhayza Barros
🗞️ Fonte: UNESCO, Conselho Federal de Psicologia e legislação federal
📸 Imagens: Reprodução
🎬 Direção: Bianca Feitosa






